OS AMIGOS ROBÔS VÃO DOMINAR O MUNDO?

Categoria: Marketing Digital
Data: 06/09/2018
Autor: 5Quatro

A 17 anos de 2035, cada vez mais parece que estamos caminhando para a realidade do filme Eu, Robô. Ninguém aqui está dizendo que um exército de máquinas vai dominar o mundo e matar a população humana, igual acontece no longa. Entretanto, se não formos cuidadosos, é possível que essa robotização de tudo mate nossa criatividade e empatia.

Muito conhecida dentro do marketing, a automação de algumas ferramentas é bastante útil e bem-vinda ─ como no caso de fluxo de e-mails ou agendamento de anúncios, por exemplo. E não para por aí. Com a ajuda do Big Data e da Inteligência Artificial, é impressionante o que pode ser feito para aprimorar processos e aumentar a produtividade das empresas.

Já foi mensurado, inclusive, que as instituições que utilizam esses mecanismos têm um aumento médio de 60% em sua margem operacional, segundo a McKinsey & Company, consultora americana. Além disso, em uma pesquisa do Hubspot foi possível verificar que a automação de marketing gera um aumento de até 451% nos leads qualificados de uma estratégia. Pasmem.

Aí você pensa: “Mas vocês só falaram coisas boas! Cadê o problema?” O problema está justamente em encontrar um equilíbrio. Vamos pegar o caso do Washington Post, por exemplo, que utilizou o Heliograf, um jornalista robô, para redigir centenas e centenas de matérias para eventos como as Olimpíadas e as Eleições dos EUA, até mesmo na cobertura ao vivo.

Felizmente, considerando os eventos em questão, o jornal foi bem-sucedido em suas experiências. Contudo, a situação nos faz refletir sobre a importância do fator humano. É impossível não se fascinar com os feitos dessa tecnologia e a agilidade que isso traz, mas até que ponto é interessante redirecionar o serviço de comunicação a uma máquina?

Essa resposta depende bastante do seu ramo e da proposta de sua empresa, todavia, em um mundo repleto de bots, não é de se espantar a ânsia dos consumidores por um atendimento personalizado, produtos artesanais e love brands. É essa conexão com o público que seu negócio não pode perder de vista. Afinal, melhor ser lembrado por alguns do que esquecido por muitos.

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